A magistratura sul-mato-grossense carrega uma missão diária que vai muito além da aplicação técnica da lei. Cada juiz e juíza, ao assumir a responsabilidade de decidir, se torna o elo direto entre o cidadão e o Estado, muitas vezes o único ponto de esperança para quem busca justiça.
O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Dorival Renato Pavan, e o juiz Luciano Pedro Beladelli, da comarca de Anastácio, foram indicados como finalistas do Prêmio Inovação do J.Ex – Edição 2025, iniciativa nacional que reconhece projetos e lideranças de destaque no ecossistema de Justiça.
Instituição vai debater “Os Desafios da Democracia no Século XXI”, de 20 a 24 de outubro, em Brasília, com apenas 20 magistrados de todo o país; entre eles, o juiz Jessé Cruciol Júnior, da 2ª Vara Cível de Corumbá.
A juíza de Direito Bruna Tafarelo, titular da 2ª Vara Cível e Criminal e juíza eleitoral da Comarca de Chapadão do Sul, lança amanhã, às 18h, no Espaço Gourmet da Amamsul (Associação dos Magistrados de Mato Grosso do Sul), o livro “Violência institucional de gênero: como a discriminação por estereótipos afeta os discursos judiciais em crimes de estupro”.
A Justiça de Mato Grosso do Sul voltou a ganhar destaque em âmbito nacional. A desembargadora Jaceguara Dantas da Silva, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), conquistou o segundo lugar na categoria Magistrados(as) do Prêmio CNJ Juíza Viviane Vieira do Amaral – edição 2025, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A cerimônia de entrega foi ontem, em Brasília.
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