Nova lei modifica regras sobre alienação parental
A alienação parental frustra um direito fundamental da criança e do adolescente de ter uma convivência familiar saudável. A afirmação é da juíza Kelly Gaspar Duarte Neves, diretora de Interior da AMAMSUL, ao explicar as mudanças trazidas no ordenamento jurídico pela Lei nº 14.340/2022, que modifica procedimentos relativos à alienação parental e estabelece procedimentos adicionais para a suspensão do poder familiar.
















O mês de julho inicia com mais uma edição do “Eu, Juíza”, uma proposta que vem sendo desenvolvida pela Diretoria da Mulher Magistrada da AMAMSUL desde sua criação. A ideia é valoriza a trajetória de cada magistrada.
“Ela assumiu Itaquiraí e, em dois meses, esvaziou a instituição de acolhimento. Achei muito inspirador porque foi rápida e certeira. Nasce uma juíza da infância”. A afirmação é da juíza Katy Braun do Prado, referência na área da infância e juventude em Mato Grosso do Sul pela experiência e reconhecida em âmbito nacional na área.
“É uma honra fazer parte desse time, entrar no rol de pessoas que lideraram a associação e poder contribuir um pouco para o crescimento associativo da magistratura, na certeza de que a AMAMSUL um futuro com muitas conquistas em prol da magistratura e do Poder Judiciário”.
A semana começa com mais uma edição do Eu,Juíza - um projeto da diretoria da Mulher Magistrada da AMAMSUL, que homenageia cada mulher magistrada, sua história e trajetória na justiça de Mato Grosso do Sul.
“A fala é de reconhecimento, afinal 34 anos é muito tempo. Pessoas que se dedicaram ao Poder Judiciário e são motivo de muito orgulho para nós, juízes. Fica o reconhecimento da associação por todo serviço já prestado e pelo que ainda será, pois alguns ainda estão judicando”.