Governo federal reconhece trabalho da magistratura em Mato Grosso do Sul
Nesta quinta-feira (26), uma comitiva formada por autoridades federais e pela ministra de Estado da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, esteve em Dourados para discutir as demandas na reserva indígena local, palco de vários problemas estruturais e sociais, e participou de uma audiência pública no Teatro Municipal.
















Sabe as figueiras plantadas na Av. Afonso Pena? As árvores consideradas quase ponto turístico completam essa semana 100 anos e o mais curioso: foram plantadas por um juiz. Isso mesmo. O prefeito que plantou as árvores centenárias e que as regava diariamente para dar exemplo era Arlindo de Andrade Gomes, primeiro juiz da comarca de Campo Grande.
Publicada no Diário Oficial do Estado de MS, edição desta quarta-feira (25), a Lei Estadual nº 5.703 que transforma a campanha Sinal Vermelho em política pública em Mato Grosso do Sul. O PL foi apresentado na ALMS pela deputada Mara Caseiro e, com sua sanção, torna-se o mais novo aliado da mulher vítima de violência doméstica.
No dia 16 de agosto de 2006, 13 novos juízes foram empossados para judicar no Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul. Naquela data, ingressam na magistratura Adriano da Rosa Bastos, Alexsandro Motta, Anderson Royer, Cláudio Müller Pareja, Eduardo Lacerda Trevisan, Giuliano Máximo Martins, Jeane de Souza Barboza Ximenes, Marcus Abreu de Magalhães, Paulo Roberto Cavassa de Almeida, Penélope Mota Calarge Regasso, Plácido de Souza Neto, Ronaldo José da Silva e Tatiana Dias de Oliveira.
Na tarde desta segunda-feira (23), o presidente da AMAMSUL, juiz Giuliano Máximo Martins, esteve na Câmara Municipal de Campo Grande para representar a magistratura sul-mato-grossense em uma audiência pública que discutiu a PEC 32, a Proposta de Emenda à Constituição sobre a Reforma Administrativa que tramita no Congresso Nacional e já mobilizou associações e entidades de diferentes segmentos em todo o país.
“O evento teve uma representatividade muito interessante, porque mostrou a união da magistratura, a união do Poder Judiciário, muito importante para a obtenção de reconhecimento por parte da sociedade e dos outros poderes”. A afirmação é do juiz Giuliano Máximo Martins, presidente da AMAMSUL, que representou a magistratura sul-mato-grossense no culto ecumênico realizado nesta quarta-feira (11), no Cristo Redentor (RJ), em comemoração ao Dia do Magistrado e da Magistrada.