25 de Maio: magistrada de MS discorda de projeto sobre adoção direta
"A inclusão da adoção dirigida no ordenamento inverte diametralmente a ordem natural das coisas. Quando uma pessoa deseja adotar, sua primeira atitude é procurar os caminhos legais e submeter-se a todos os procedimentos necessários para que seja considerada apta (habilitada). Todo o regramento que permeia o processo de adoção, em especial a apuração que se faz a respeito dos pretendentes, tem um propósito, que é o de assegurar o melhor interesse da criança ou adolescente”.
















A Desa Elizabete Anache, que responde pela Coordenadoria da Infância e da Juventude (CIJ) de MS, em parceria com a arquidiocese de Campo Grande, acaba de lançar uma campanha visando ampliar o número de famílias inscritas para participar do programa Família Acolhedora.
O Congresso Nacional encaminhou nesta quinta-feira (21) o PL 1.179/20 para sanção presidencial. A proposta é resultado do trabalho de um grupo de juízes, ministros de tribunais e advogados especialistas em Direito Privado, sob a liderança do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli.
“Esse vídeo é sem som, pela sua segurança”. Esta é a frase que inicia o vídeo idealizado pela juíza Bruna Tafarelo, da comarca de Angélica, e produzido pela Secretaria de Comunicação do Tribunal de Justiça de MS. As imagens começam agora a ser replicadas nas redes sociais da AMAMSUL e do TJMS e pelo aplicativo de conversa Whatsapp, um dos mais acessados em tempos de isolamento social.